José Gomes com Jesualdo no Málaga

O treinador Jesualdo Ferreira contará com três portugueses no corpo técnico no Málaga, da Liga espanhola: José Gomes, segundo treinador, e Nuno Espírito Santo e Rui Silva, ambos como adjuntos.

 Os três adjuntos transitam da anterior equipa técnica do FC Porto, onde coadjuvaram Jesualdo Ferreira, com excepção do guarda-redes Nuno.

Jesualdo Ferreira vai contar também na sua equipa com dois técnicos que estiveram ao serviço de Juan Ramón Muniz, anterior treinador do Málaga: Rafael Mondragón e o preparador de guarda-redes Paco Ruiz. Além disso, o preparador físico Enrique Ruiz e Alvaro Reina continuarão a pertencer à equipa técnica do Málaga.

Jesualdo Ferreira orientou o FC Porto entre 2006 e 2010, tendo conquistado três títulos nacionais de futebol, duas Taças de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. O técnico foi afastado do comando técnico dos “dragões” após o final da última temporada, tendo sido substituído no cargo por André Villas-Boas.

Fonte: Público

José Gomes: “Já estou em Málaga. Acordo está para breve”

A oficialização do acordo entre Jesualdo Ferreira e o Málaga está «para breve». José Gomes, treinador adjunto que acompanha o ex-técnico do F.C. Porto, também já se encontra na cidade espanhola e afirmou esta terça-feira, ao Maisfutebol, que tudo está bem encaminhado.

O contrato será válido por três épocas, segundo soubemos. «Já estou em Málaga. Ainda não foi nada formalizado, estamos a falar, mas o acordo está para muito breve», garantiu José Gomes.

Sobre a eventualidade do guarda-redes Nuno Espírito Santo, que se desvinculou dos dragões, poder acompanhar Jesualdo Ferreira para o clube espanhol, o antigo adjunto do F.C. Porto pôs de lado essa possibilidade. «Não faço a mínima ideia para onde irá o Nuno. É falso que ele possa vir para o Málaga» concluiu. 

José Gomes comemora Taça no Jamor

O FC Porto, com José Gomes na equipa técnica de Jesualdo Ferreira, derrotou o Desportivo de Chaves por 2-1 e repete a vitória na Taça de Portugal, título que também conquistou na época passada.

É o 15º troféu do historial dos dragões, igualando o número de Taças conquistado pelo Sporting, mas ficando ainda com menos nove do que o Benfica.

No Jamor, os da Invicta estiveram a ganhar por 2-0 com golos de Freddy Guarín (13′) e Falcao (23′) e podiam ter alargado a vantagem. Mas não conseguiram marcar mais e permitiram a Clemente reduzir a desvantagem do Chaves aos 85 minutos.

A formação portista acabou assim por sofrer mais do que o esperado frente ao clube transmontano que foi despromovido à II Divisão B, mas lá acabou por erguer o “caneco”.

Fonte: Relvado

“Terminámos com níveis muito altos”

José Gomes, treinador-adjunto do F.C. Porto, em substituição de Jesualdo Ferreira, que está castigado, em declarações no final da goleada, por 4-1, em Leiria:

«Conseguimos circular mais rapidamente a bola, com mais largura, e ultrapassar a primeira linha de pressão na segunda parte. Esses espaços conquistados obrigaram a que equipa do Leiria se abrisse mais e construirmos mais situações de golo.

 [Falcao saiu beneficiado nesta goleada…] O grande objectivo era vencer e foi conseguido, à medida que foi sendo construída a vitória, mais espaços teve o Falcao para finalizar. Se calhar até de forma exagerada, a equipa foi à procura do Falcao para finalizar, o que diminuiu as oportunidades.

[Comentário à entrada de Rodriguez?] Esteve bem na conquista desses tais espaços e assim apareceram as situações de golo.

[A goleada atenua a perda do título?] Atenuar, não há nada que possa atenuar. Ficámos afastados dessa conquista. Mas terminámos muito bem, com níveis muito altos, com qualidade de jogo. Mesmo afastados do título tivemos um final de época com grande qualidade, potenciando jogadores que até tinham vindo a jogar menos.»

Fonte: Mais Futebol

Falcão no topo com José Gomes no banco do FC Porto

Com o terceiro lugar garantido, o ainda campeão em título chegou à 30.ª jornada com o objetivo de “dar” golos ao avançado sul-americano, que acabou por “bisar”, depois de a União de Leiria, a cumprir calendário, ter inaugurado o marcador através do brasileiro Cássio (23 minutos).

A equipa de Lito segurou a vantagem até ao intervalo, mas na segunda parte Guarin restabeleceu a igualdade (60), num lance em que ficaram dúvidas sobre a legalidade da posição do médio colombiano, e Falcão ampliou a vantagem dos “dragões” logo a seguir (63).

Orientado em Leiria pelo treinador-adjunto José Gomes, devido à suspensão de Jesualdo Ferreira, o FC Porto chegou ao terceiro golo por intermédio do uruguaio Cristian Rodriguez (82), enquanto Falcão fez o quarto (87) de grande penalidade, a castigar falta do guarda-redes Djuricic sobre o colombiano. Com 25 golos, Falcão ascendeu ao topo dos “artilheiros” com um tento de vantagem sobre o paraguaio Cardozo, que só entra em campo no domingo, quando o líder Benfica receber o Rio Ave no jogo em que lhe basta um empate para se sagrar campeão pela 32.ª vez.

Hoje, o Sporting joga no terreno do despromovido Leixões e o Vitória de Setúbal recebe o Belenenses, também condenado à Liga de Honra, podendo somente escapar ao último lugar. No domingo, à mesma hora do Benfica-Rio Ave (18:00), o Sporting de Braga, segundo classificado, a três pontos, está obrigado a vencer no terreno do Nacional e aguarda uma derrota dos “encarnados” para poder festejar um título inédito.

Fonte: Destak

José Gomes em acção no U. Leiria-FC Porto

Com Jesualdo Ferreira castigado, será José Gomes o homem encarregue de liderar a equipa técnica, no banco, em Leiria. É a segunda vez que tal acontece desde que chegou ao FC Porto, no início da época passada.

A primeira foi diante do Manchester United, na Champions. Recentemente, o assistente do professor teve de assumir a responsabilidade em situações pontuais, quando Jesualdo foi expulso.

Depois de Setúbal, verificou-se o mesmo no clássico com o Benfica. E nem sequer haverá problemas de comunicação, uma vez que José Gomes poderá estar em contacto com o seu líder.

Entretanto, refira-se que Jesualdo Ferreira foi convidado a integrar o “Technical Team” da UEFA, um grupo de treinadores que vai avaliar a edição deste ano da Liga dos Campeões. O professor vai assistir à final Inter-Bayern (22 deste mês) e participa na reunião do dia seguinte.

Fonte: Record

José Gomes assume comando no banco do FC Porto

O cenário desenhara-se para o clássico, mas Jesualdo Ferreira escapou com uma sanção pecuniária, face ao registo irrepreensível. Contudo, frente ao Benfica, o treinador foi novamente expulso e irá cumprir um castigo de dez dias. O adjunto José Gomes dará a cara em Leiria, na última jornada da Liga.

José Gomes assume papel de destaque frente à União, cinco anos após uma aventura falhada no comando técnico da formação do Lis. O jovem treinador iniciou a temporada como timoneiro, acabando por abandonar o posto que viria a ser ocupado por Jorge Jesus. O actual técnico do Benfica guindou a equipa leiriense para o 7º lugar. 

Sucessor de Carlos Azenha como número 2 na equipa técnica do F.C. Porto, José Gomes restabeleceu a parceira com Jesualdo Ferreira depois de um passado em comum no Benfica. O jovem prepador-físico chegou ao Estádio da Luz para trabalhar com Toni e Jesualdo, em 2001/2002. Colaboraria ainda com José António Camacho, na época seguinte.

Ao serviço do F.C. Porto, o técnico tem surpreendido os adeptos pelo seu entusiasmo ao longo dos encontros. Em Abril de 2009, com Jesualdo castigado, ganhou importância no banco, na eliminação da Champions frente ao Man. United (0-1). Neste sábado, será novamente ele a dar indicações na linha lateral, a falar com a imprensa, sempre sob orientação do treinador principal.

«É muito exigente e dedicado»

«Antes de mais, é preciso lembrar que o José Gomes irá apenas seguir as determinações de Jesualdo Ferreira, até porque o contacto durante o jogo é permitido. De certeza que estará preparado para isso, porque é uma das pessoas mais competentes que conheci no futebol», garante Vítor Campelos, colaborador de José Gomes nas experiências como técnico principal, no D. Aves, P. Ferreira, Leixões, U. Leiria e Moreirense. 

José Gomes tem sentido a amargura da época azul e branca, protagonizando alguns casos que surpreenderam a opinião pública. No clássico com o Sporting, o técnico foi expulso a par de José Lima, após desentendimento ao intervalo. Frente à Académica, também não evitou uma troca azeda de palavras com Villas Boas. «Ele é muito exigente e dedicado, sempre foi assim. Quanto a isso, parece-me que o caso do Lima poderá ter a ver com algo do passado», explica Vítor Campelos. 

«Tenho a certeza que o José Gomes cumprirá bem a sua missão. As pessoas recordam algumas coisas más do passado, esquecendo as boas. Em Leiria, por exemplo, foi despedido com cinco jornadas, com 16 jogadores que nunca tinham jogado na Europa. Era preciso tempo. Veio o Jorge Jesus e ainda aproveitou aquele trabalho. Ele teve sucesso no Leixões, por exemplo, e não só. E terá ainda mais no futuro», garante o preparador-físico, em conversa com o Maisfutebol.

«Sempre foi efusivo»

António Jesus, actual treinador do Tondela, deu a primeira oportunidade a José Gomes no futebol profissional. «Lembro-me que veio trabalhar para o P. Ferreira com 24 ou 25 anos. Tinha jogado futebol no Valadares, apenas, mas foi uma grande surpresa. É uma pessoa muito inteligente, com enorme base teórica e capacidade de aprendizagem prática», garante o técnico.

O experiente treinador recorda a postura de José Gomes no banco. «Sempre foi efusivo, mas fá-lo em defesa dos interesses do grupo. Gosta muito de ganhar e foi sempre assim, já desde que o conheço. É um excelente profissional, não foi feliz como treinador principal mas terá sucesso quanto tiver outra oportunidade», remata António Jesus, ao Maisfutebol.

José Gomes: “FC Porto entra sempre para ganhar”

O FC Porto estreia-se hoje na Taça da Liga de futebol com a recepção ao Leixões, na 1ª jornada do Grupo A da terceira fase, num encontro em que os campeões nacionais vão poupar alguns dos principais jogadores.

Os jogadores Fucile, Bruno Alves, Rolando, Fernando, Raul Meireles e Belluschi ficaram de fora da lista de convocadas de Jesualdo Ferreira, que também não pode contar com Hulk e Sapunaru que se encontram suspensos, nem com Helton, Falcao e Farias, que estão lesionados.

Para fazer face às baixas, 4 juniores foram chamados, como explicou à Antena 1 José Gomes da equipa técnica dos “azuis e brancos”: “Esta gestão passa por uma rotação de jogadores em que todos participarão em todas as provas (…) o FC Porto entra sempre para vencer em qualquer prova”.

Do lado do Leixões, os jogadores Nuno Silva, Ruben, Laranjeiro e Joel não podem dar o contributo à equipa, pois encontram-se todos lesionados. O técnico José Mota acredita que vai ser um jogo complicado: “Nós teremos que saber as nossas limitações, saber que temos que ser responsáveis ao nível de jogo, antevendo como é óbvio um jogo difícil, independentemente das individualidades que o porto tiver que chamar para o encontro”.

“A Taça da Liga não é uma competição menor”

 

Terça-feira, no encontro da Taça da Liga frente ao Leixões, o campeão nacional vai apresentar um “onze” atípico, com seis entradas novas em relação à última convocatória, mas, no entanto, o adjunto José Gomes garante que o FC Porto não desvaloriza a competição.

 “A Taça da Liga não é uma competição menor, apesar do ano passado terem alimentado essa ideia. O FC Porto tem mais sete jogos em Janeiro e há que gerir os recursos”, reforçou.

Quanto ao marcado, e perante as recentes notícias que veiculam o interesse de grandes clubes europeus em Bruno Alves e Hulk, o adjunto de Jesualdo Ferreira afirma que tais notícias não afectam o plantel. “Todos os jogadores estão concentrados e empenhados nas provas que terão de disputar, sabendo que nesta abertura do mercado é natural que os bons jogadores sejam tentados com propostas aliciantes”, esclareceu.

O treinador adjunto do FC Porto José Gomes afirmou que a paragem futebolística de Inverno foi “um bom descanso” para os “dragões”, que serão obrigados a gerir o plantel nos sete jogos ainda por cumprir em Janeiro.

Não querendo entrar em confrontação com as declarações do treinador do Benfica, Jorge Jesus, que recentemente discordou da paragem, José Gomes encontrou aspectos positivos. “Sem querer alimentar confusão com declarações dos outros técnicos, foi a paragem merecida pelo número de jogos feitos até ao momento. Acabou por ser um bom descanso, este tempo de paragem”, disse.

Para o adjunto de Jesualdo Ferreira, será obrigatória a gestão do plantel perante os próximos sete jogos agendados para o mês de Janeiro, que, para o FC Porto, começou sábado com um triunfo por 2-0 sobre a Oliveirense, em Águeda, para a Taça de Portugal. “É quase uma obrigatoriedade fazer a gestão do plantel com sete jogos em Janeiro. Daí resultarão oportunidades para alguns jogadores”, entendeu o técnico.

Fonte: Público

Supertaça reforça percurso de José Gomes

O tetracampeão português FC Porto, com José Gomes a integrar a respectiva equipa de técnica, ergueu hoje a sua 16ª Supertaça Cândido de Oliveira em futebol, ao vencer o Paços de Ferreira, por 2-0, com golos de Farias e Bruno Alves, no jogo disputado em Aveiro.

À terceira tentativa foi de vez e depois de ter perdido as duas últimas edições para o Sporting, o FC Porto voltou a erguer o troféu que faltava ao currículo do técnico Jesualdo Ferreira no comando dos “dragões”.

Belluschi, Álvaro Pereira e Varela foram as novidades mais ou menos esperadas, entre as caras novas do plantel, no “onze” dos tetracampeões, que surgiu algo desligado e com dificuldades em pegar no jogo.

O encontro principiou sob a toada amarela do Paços de Ferreira que, em apenas cinco minutos, importunou por duas vezes a baliza do FC Porto, com Helton a negar o golo a Ricardo, aos três, e a Cristiano, aos oito.

O FC Porto, a denotar alguma falta de coesão e acerto na transição ofensiva, só aos 21 minutos conseguiu levar a bola a rondar a baliza de Cássio, mas o “chapéu” de Varela saiu alto e sem direcção. Aos 22 minutos, na sequência de um centro atrasado de Hulk, após um bom trabalho na esquerda, em força, Belluschi surgiu em bom posição para chegar ao golo, mas o remate saiu à figura de Cássio.

No minuto seguinte, o perigo voltou a rondar a baliza do Paços de Ferreira, na sequência de um remate de Varela defendido por Cássio, num lance que nasceu de uma recuperação de bola de Belluschi no centro do terreno.

Até ao final da primeira parte, a excepção na monotonia em que o jogo se arrastou foram dois livres cobrados sobre a linha da grande área de cada uma das balizas, mas a bola não passou as respectivas barreiras. Para a segunda parte, que começou algo quezilenta e com cartões amarelos a Anunciação (47), Romeu (48) e Bruno Alves (48), Jesualdo Ferreira recorreu a Farias para o lugar de Belluschi, na tentativa de pegar no jogo. A aposta do treinador portista deu frutos logo aos 59 minutos, quando um erro grave do guarda-redes Cássio, a tentar jogar com os pés, permitiu a Farias interceptar a bola e colocar o FC Porto a vencer por 1-0.

Hulk, aos 67 minutos, rematou forte, mas por cima da baliza do Paços de Ferreira e, aos 71 minutos, o brasileiro foi travado em falta por Ozéia, que viu o cartão amarelo quando arrancava para a baliza de Cássio.

Aos 75 minutos, na sequência de uma bola que parecia controlada por Kelly, junto à linha, Mariano insistiu, entrou na área e rematou com perigo, mas ao lado do poste direito da baliza do Paços de Ferreira. O perigo voltou a rondar a baliza do Paços de Ferreira aos 78 minutos, com um cabeceamento de Farias defendido por Cássio, a centro de Raul Meireles, e num alívio defeituoso de Kelly.

O FC Porto voltou a introduzir a bola na baliza do guarda-redes Cássio aos 80 minutos, novamente por Farias, a passe de Hulk, mas o árbitro Jorge Sousa anulou bem a jogada, por fora-de-jogo do argentino. Os tetracampeões, a pressionar e a explorar o atrevimento do Paços de Ferreira, balanceado no ataque, elevaram a vantagem com um cabeceamento de Bruno Alves aos 89 minutos, na sequência de um canto de Raul Meireles.

Fonte: DN